Um período de transição que ilustra bem a contrariedade social, a busca pela racionalidade e uma construção do Português. Destaca-se o autor Gil Vicente no panorama português pela construção de autos e farsas, dentre estes destaca-se o Auto da Barca do Inferno.
domingo, 22 de maio de 2016
Humanismo - Século XIV
Um período de transição que ilustra bem a contrariedade social, a busca pela racionalidade e uma construção do Português. Destaca-se o autor Gil Vicente no panorama português pela construção de autos e farsas, dentre estes destaca-se o Auto da Barca do Inferno.
sábado, 16 de abril de 2016
Quão profundo é seu amor...
Quão profundo é seu amor...
Vivia catando as coisas quando caia… comecei com apontamentos, depois borracha, caneta… era incrível como aquelas mãos tão delicadas ocupavam mais espaço do que sua massa permitia. Pensei que poderia ter telecinese ou coisa parecida – tenho que parar de ler quadrinho – tá bom ela nem era ruiva. Na verdade, aquilo virou mania. Passei a sentar perto dela na sala. Ficava mais fácil pegar as coisas, antes levantava… sentia que atrapalhava… dizia um “obrigada” sem jeito, fazendo um movimento leve da boca querendo esboçar um sorriso…
Passado o tempo, percebi que a distração só aumentava. Não sei de onde vem essa necessidade de ajudá-la… comecei a ficar perto no lanche – bem, pelo menos ela não deixava o seu lixo na mesa, mas sempre que iria jogar seu lixo escapava algo de sua mão, também é quase impossível que aquela mão tão pequena e delicada conseguisse segurar tantas coisas… e sempre um “obrigada” com sorriso desajeitado…
Pegávamos o ônibus no mesmo local… um belo dia, quase ela entra no ônibus errado… estava tão concentrada lendo um livro de José de Alencar - não sei se Cinco minutos ou O Guarani - que só seguiu as pessoas… Eu disse: Ei, não é esse! Ela sorriu sem graça, apertou o livro no peito, deu dois passos pra trás, segurou meu braço e confessou: Obrigada, sou muito distraída… sem pensar disse: Eu sei! Ela sorriu como sempre e continuou esperando…
No outro dia colocou o fone no ouvido mas esqueceu de plugar no celular… estava ouvindo How Deep Is Your Love … só olhei e fiz sinal com os olhos… ela percebeu e prontamente plugou. Nem precisa dizer o que aconteceu depois, um sorriso, obrigada, mas desta vez sem emitir qualquer som ou pelo menos não ouvi… o que ouvi o dia todo foi aquela música…
Mais um dia comum em mina vida surgira e já estava tão acostumado a estar perto dela que não me sentia estranho… até certa vez que peguei um papel que caiu, aquele de anotações, juro que não queria ler, mas estava aberto e escrito How Deep Is Your Love com um coração no final…
Confesso que me incomodou um pouco… sabia que ela que havia escrito, também sabia que ela gostava da música, mas será que havia oferecido a alguém? Não sei por que me incomodo tanto com isso… resolvi não me aproximar mais, vai que ela queria falar com alguém e eu estava sempre atrapalhando, ao mesmo tempo, pela primeira vez, percebi que aquele “obrigada” com o sorriso faziam falta… fariam falta…
No outro dia, estava eu no meu canto, não querendo olhar pra ela … havia decidido não juntar mais nada, estava mesmo precisando era juntar outra coisa que estava bem partida… ela passou por mim sussurrou: Responde! Deixou cair um coração de papel vermelho … estava escrito: Descubra o quão profundo é… Ela me olhou … tirou o plugue do celular e até hoje cantarolamos
How Deep Is Your Love…
André Gustavo Maia Mourão
domingo, 20 de março de 2016
Rei Édipo - Sófocles - Leitura para Parcial 2
Rei Édipo - Sófocles

https://drive.google.com/file/d/0B7mGmJviC6nib1ItR3VwMjJyZjg/view?usp=sharing
PERSONAGENS
O REI ÉDIPO
O SACERDOTE
CREONTE
TIRESIAS
JOCASTA
UM MENSAGEIRO
UM SERVO UM EMISSÁRIO
https://drive.google.com/file/d/0B7mGmJviC6nib1ItR3VwMjJyZjg/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0B7mGmJviC6nib1ItR3VwMjJyZjg/view?usp=sharing
PERSONAGENS
O REI ÉDIPO
O SACERDOTE
CREONTE
TIRESIAS
JOCASTA
UM MENSAGEIRO
UM SERVO UM EMISSÁRIO
https://drive.google.com/file/d/0B7mGmJviC6nib1ItR3VwMjJyZjg/view?usp=sharing
domingo, 13 de março de 2016
La Salle em cena 2016 - Definição das obras
PROJETO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR
LA SALLE EM CENA 2016
OBRAS ESCOLHIDAS PELAS TURMAS:
Livros já definidos pelas turmas
221 - A moreninha de Joaquim Manuel de Macedo
222 - A cartomante de Machado de Assis
223 - Memórias póstumas de Brás Cubas
224 - O Alienista de Machado de Assis
225 - Lucíola de José de Alencar
226 - Os Deuses de Casada de Machado de Assis
227 - Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas
228 - Inocência de Visconde de Taunaydomingo, 21 de fevereiro de 2016
Ilíada de Homero
Por que ler um clássico? Por que ler em verso e não narrativa? Será que os professores de literatura não poderiam simplesmente passar o filme?
Essas e outras tantas podem passar pela cabeça dos alunos e até de pais preocupados com a aprendizagem dos filhos. Na verdade, a leitura é uma experiência e como tal deve ser ensinada, vivenciada.
A leitura de Ilíada pode trazer bocejos demasiados ou desespero para aluns... Fato primordial que é um desafio e este deve ser encarado como uma aprendizagem não só do que passou, mas do que poderia acontecer. É ver a história em outras perspectivas.
Ao verificar as versões disponíveis da obra observei o quanto pouco foi mudado da tradução de Manoel Odorico Mendes (1799-1864). Quando há uma alteração, prende-se a resumir demasiadamente a obra.
Que a leitura de Ilíada possa proporcionar uma viagem pelo tempo/espaço, provocar a inquietação dos bons livros para que atitudes heroicas, diplomáticas e políticas sejam reavaliadas.
A seguir fato que direciona o enredo da obra:
"O rapto de Helena, mulher de Menelau, feito por Páris, um dos filhos de Príamo, rei
de Tróia, fez com que os Gregos confederados declarassem guerra e sitiassem esta cidade,
que foi por eles tomada e destruída depois de um cerco de dez anos (1720 A.C.)
O objeto da Ilíada é um episódio do nono ano deste cerco, quando Agamemnon,
chefe do exército, ultrajou a Aquiles, o mais valente dos Gregos.
Irritado, o herói retirou-se à sua tenda sem pretender mais combater. Os Troianos,
notando a sua ausência, tomaram coragem, atacaram o campo dos Gregos ficando os navios
destes em risco de serem queimados. Aquiles, apesar da inação a que votou-se, consentiu que
Pátroclo, seu amigo, se revestisse de suas armas e guiasse suas tropas contra os Troianos.
Pátroclo tendo sido morto por Heitor, o implacável filho de Peleu jurou vingar a
morte de seu amigo, e combatendo de novo ornado de novas armas, que a pedido de sua mãe
Vulcano havia preparado, investiu contra Heitor, e imolou-o, aos manes de Pátroclo. E
depois de haver insultado os restos mortais de seu inimigo, entregou-os a Príamo, pai de
Heitor que os pedira ao herói."
Ilíada de Homero (pdf)
Linguagem Literária
A literatura é antes de tudo uma linguagem que assume características
que a difere das temais linguagens. Pode-se diferenciar a linguagem literária
pela presença das seguintes características:
- Explorar os sentidos
- O poder de explorar os
sentidos
- Denotação / Conotação
- Plurissignificação
- Recursos da linguagem
literária
- Descrever
- Comparar
- Poder das imagens
- Concretização de emoções
- Afirmação de semelhanças
inusitadas
domingo, 31 de janeiro de 2016
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