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domingo, 28 de maio de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Romantismo em Portugal (1825 – 1865)
Romantismo em Portugal (1825 – 1865)
Contexto
- Governo de D. João VI
- Revolução Militar e Civil
- Ida da Família Real ao Brasil
- Revolução Liberal
- Epidemias: Cólera e Febre Amarela
- Camões de Almeida Garret
domingo, 22 de maio de 2016
Realismo
O Realismo foi um movimento de reação ao ideal romântico. A denúncia das mazelas sociais é a marca que mudou a narrativa, ora trabalhando o lado filosófico, ora o naturalismo. Uma das principais obras é Memórias póstumas de Brás Cubas. de Machado de Assis
domingo, 13 de março de 2016
La Salle em cena 2016 - Definição das obras
PROJETO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR
LA SALLE EM CENA 2016
OBRAS ESCOLHIDAS PELAS TURMAS:
Livros já definidos pelas turmas
221 - A moreninha de Joaquim Manuel de Macedo
222 - A cartomante de Machado de Assis
223 - Memórias póstumas de Brás Cubas
224 - O Alienista de Machado de Assis
225 - Lucíola de José de Alencar
226 - Os Deuses de Casada de Machado de Assis
227 - Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas
228 - Inocência de Visconde de Taunayquarta-feira, 1 de maio de 2013
Resenha crítica
Para escrever uma resenha crítica, como a pedida na página 248, exercício 53, é necessário retomar a estrutura da resenha.
1. Que tese será defendida na resenha?
2. Essa tese é defendida do princípio ao fim da resenha?
3. Quais os argumentos utilizados para defender a tese do enunciador?
4. Escrever a resenha refletindo sobre a importância de suas afirmações são relevantes e se dialogam com outros textos.
1. Que tese será defendida na resenha?
2. Essa tese é defendida do princípio ao fim da resenha?
3. Quais os argumentos utilizados para defender a tese do enunciador?
4. Escrever a resenha refletindo sobre a importância de suas afirmações são relevantes e se dialogam com outros textos.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
De olho no vestibular
Obras Literárias dos processos seletivos de Manaus
1. POESIA ROMÂNTICA – Gonçalves Dias & Outros
2. GALVEZ, IMPERADOR DO ACRE – Márcio Souza
1. As Origens:Pero Vaz de Caminha, Pero de Magalhães Gândavo e José de Anchieta; Gregório de Matos e Antonio Vieira; 3. Marília de Dirceu: Líricos e Épicos: Cláudio Manuel da Costa, Basílio da Gama e Iracema: José de Alencar; 6. Poesia Romântica: Gonçalves Dias & Outros; Machado de Assis Aluísio de Azevedo; 9. Eu, Poesia e Poetas: Augusto dos Anjos, Olavo Bilac, Raimundo Correia, Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens;10. Triste Fim de Lima Barreto; 11. Macunaíma: Mário de Andrade; Órfãos do Eldorado – Milton Hatoum.SIS - 1a Etapa (SIS 2012 - Inscrições de 27 de agosto a 28 de setembro de 2012) Edital:http://data.uea.edu.br/ssgp/area/1/sis/1545-1.pdf
1. As Origens: Pero Vaz de Caminha, Pero de Magalhães Gândavo e José de Anchieta. 2. Poesia e Prosa: Gregório de Matos e Antonio Vieira; 3.Gonzaga; 4. Líricos e Épicos: Cláudio Manuel da Costa, Basílio da Gama e Santa Rita Durão.
SIS - 2a Etapa (SIS 2012 - Inscrições de 27 de agosto a 28 de setembro de 2012) Edital: http://data.uea.edu.br/ssgp/area/1/sis/1545-1.pdf
1. Iracema: José de Alencar; 2. Poesia Romântica: Gonçalves Dias & Outros; 3. Quincas Borba: Machado de Assis; 4. O Cortiço: Aluísio de Azevedo.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Simbolismo
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| 1893 - 1922 |
Contexto histórico:
Missal (prosa) e Broquéis (poesia), dois livros de Cruz e Sousa
- Neocolonialismo no Brasil:
- Primeira República
- Revolta da Armada
- Revolta Federalista
- Canudos
Missal (prosa) e Broquéis (poesia), dois livros de Cruz e Sousa
Características
- Musicalidade: o simbolista francês Paul Verlaine decretara “de la musique avant toute chose” (música antes de qualquer coisa) e essa foi a característica mais perseguida por todos. Para conseguir esse efeito, usavam repetições, aliterações, inovações métricas:
Velho vento vagabundo!
No teu rosnar sonolento
Leva ao longe este lamento,
Além do escárnio do mundo. (Cruz e Sousa)
- Mistério: o uso de vocabulário litúrgico e os adjetivos de significação vaga e imprecisa enfatizam a atmosfera de mistério da maioria dos textos simbolistas:
Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas...
Incensos dos turíbulos das aras (Cruz e Sousa)
- Sugestão: as metáforas polivalentes (os símbolos) e as analogias sensoriais (sinestesias) sugerem estados d’alma e representam um mergulho no caos do inconsciente do poeta:
Era um som feito luz, eram volatas
Em lânguida espiral que iluminava,
Brancas sonoridades de cascatas...
Tanta harmonia melancolizava. (Cruz e Sousa)
Principais poetas
- Cruz e Souza
- Alphonsus de Guimaraens
Raimundo Correia
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| Raimundo Correia (1859-1911) |
- Primeiros Sonhos (1879); Sinfonias (1883); Versos e Versões (1887); Aleluias (1891); Poesias (1898).
Características
- Manifestou intensa preocupação formal, usando linguagem ricamente trabalhada. Ficou conhecido como o poeta de “Mal secreto” e “As pombas”, dois de seus sonetos mais conhecidos;
- Revelou forte influência dos poetas Românticos: Fagundes Varela, Casimiro de Abreu e Castro Alves;
- Os temas adotados por Raimundo Correia giram em torno da perfeição formal dos objetos.
- Diferencia-se dos demais parnasianos porque sua poesia é marcada por um forte pessimismo.
Poemas
As pombas
Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada...
E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada...
Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;
No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais...
| Mal Secreto |
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja a ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
domingo, 9 de outubro de 2011
Alberto de Oliveira
| Alberto de Oliveira (1859-1937) |
Obra
Canções Românticas (1878); Meridionais (1884); Sonetos e Poemas (1885); Versos e Rimas (1895); Poesias - quatro séries (1900-1905-1913-1927); Céu, Terra e Mar (1914) – antologia; Poesias Escolhidas (1933) - Póstuma, (1944).
Características
Canções Românticas (1878); Meridionais (1884); Sonetos e Poemas (1885); Versos e Rimas (1895); Poesias - quatro séries (1900-1905-1913-1927); Céu, Terra e Mar (1914) – antologia; Poesias Escolhidas (1933) - Póstuma, (1944).
Características
- Cultivou temas que vão desde objetos até a natureza e a saudade;
- Perfeição formal e métrica rígida. A sua linguagem é cuidadosamente trabalhada, chegando às vezes a ser rebuscada.
Poemas
Vaso Grego
Esta de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de aos deuses servir como cansada,
Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.
Era o poeta de Teos que o suspendia
Então, e, ora repleta ora esvasada,
A taça amiga aos dedos seus tinia,
Toda de roxas pétalas colmada.
Depois... Mas, o lavor da taça admira,
Toca-a, e do ouvido aproximando-a, às bordas
Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,
Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se essa voz de Anacreonte fosse.
Vaso Chinês
Estranho
mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino
artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas,
talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.
Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
Olavo Bilac
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Olavo Bilac (1865-1918) |
Poesias (1888), constando as coleções Panóplias, Via Láctea, Sarças de Fogo e, na segunda edição, O Caçador de Esmeraldas, Alma Inquieta; Viagens.
Características
- A Antigüidade greco-romana
- A temática da perfeição
- O lirismo amoroso
- A reflexão existencial
- O nacionalismo ufanista
- A mulher e a pátria são temas constantes na obra de Bilac.
- Coerente com sua postura estética, sua forma é perfeita, demonstrando habilidade de versificação e pureza da língua.
- Sua poesia é superficial como visão do homem, pois se detém na camada superficial das cores, dos sons, das combinações plásticas sem mergulhar nas angústias e prazeres do ser humano.
- Anoitecer
- Profissão de fé
- Nel mezzo del camin
- Língua Portuguesa
ANOITECER
ANOITECER
Esbraseia
o Ocidente na agonia
O
Sol... Aves em bandos destacados,
Por
céus de oiro e de púrpura raiados,
Fogem...
Fecha-se a pálpebra do dia...
Delineam-se,
além, da serrania
Os
vértices de chama aureolados,
E em
tudo, em torno, esbatem derramados
Uns
tons suaves de melancolia...
Um
mundo de vapores no ar flutua...
Como
uma informe nódoa, avulta e cresce
A
sombra à proporção que a luz recua...
A
natureza apática esmaece...
Pouco
a pouco, entre as árvores, a lua
Surge
trêmula, trêmula... Anoitece.
Nel mezzo del camin...
Nel mezzo del camin...
Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...
E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.
Hoje, segues de novo... Na partida
Nem o pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.
E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo."
Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...
E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.
Hoje, segues de novo... Na partida
Nem o pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.
E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo."
Língua portuguesa
Língua portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
PROFISSÃO DE FÉ
PROFISSÃO DE FÉ
Le poète est cise1eur,
Le ciseleur est poète.
Victor Hugo.
Não quero o Zeus CapitolinoLe ciseleur est poète.
Victor Hugo.
Hercúleo e belo,
Talhar no mármore divino
Com o camartelo.
Que outro - não eu! - a pedra corte
Para, brutal,
Erguer de Atene o altivo porte
Descomunal.
Mais que esse vulto extraordinário,
Que assombra a vista,
Seduz-me um leve relicário
De fino artista.
Invejo o ourives quando escrevo:
Imito o amor
Com que ele, em ouro, o alto relevo
Faz de uma flor.
Imito-o. E, pois, nem de Carrara
A pedra firo:
O alvo cristal, a pedra rara,
O ônix prefiro.
Por isso, corre, por servir-me,
Sobre o papel
A pena, como em prata firme
Corre o cinzel.
Corre; desenha, enfeita a imagem,
A idéia veste:
Cinge-lhe ao corpo a ampla roupagem
Azul-celeste.
Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim.
Quero que a estrofe cristalina,
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito:
E que o lavor do verso, acaso,
Por tão subtil,
Possa o lavor lembrar de um vaso
De Becerril.
E horas sem conto passo, mudo,
O olhar atento,
A trabalhar, longe de tudo
O pensamento.
Porque o escrever - tanta perícia,
Tanta requer,
Que oficio tal... nem há notícia
De outro qualquer.
Assim procedo. Minha pena
Segue esta norma,
Por te servir, Deusa serena,
Serena Forma!
Deusa! A onda vil, que se avoluma
De um torvo mar,
Deixa-a crescer; e o lodo e a espuma
Deixa-a rolar!
Blasfemo> em grita surda e horrendo
Ímpeto, o bando
Venha dos bárbaros crescendo,
Vociferando...
Deixa-o: que venha e uivando passe
- Bando feroz!
Não se te mude a cor da face
E o tom da voz!
Olha-os somente, armada e pronta,
Radiante e bela:
E, ao braço o escudo> a raiva afronta
Dessa procela!
Este que à frente vem, e o todo
Possui minaz
De um vândalo ou de um visigodo,
Cruel e audaz;
Este, que, de entre os mais, o vulto
Ferrenho alteia,
E, em jato, expele o amargo insulto
Que te enlameia:
É em vão que as forças cansa, e â luta
Se atira; é em vão
Que brande no ar a maça bruta
A bruta mão.
Não morrerás, Deusa sublime!
Do trono egrégio
Assistirás intacta ao crime
Do sacrilégio.
E, se morreres por ventura,
Possa eu morrer
Contigo, e a mesma noite escura
Nos envolver!
Ah! ver por terra, profanada,
A ara partida
E a Arte imortal aos pés calcada,
Prostituída!...
Ver derribar do eterno sólio
O Belo, e o som
Ouvir da queda do Acropólio,
Do Partenon!...
Sem sacerdote, a Crença morta
Sentir, e o susto
Ver, e o extermínio, entrando a porta
Do templo augusto!...
Ver esta língua, que cultivo,
Sem ouropéis,
Mirrada ao hálito nocivo
Dos infiéis!...
Não! Morra tudo que me é caro,
Fique eu sozinho!
Que não encontre um só amparo
Em meu caminho!
Que a minha dor nem a um amigo
Inspire dó...
Mas, ah! que eu fique só contigo,
Contigo só!
Vive! que eu viverei servindo
Teu culto, e, obscuro,
Tuas custódias esculpindo
No ouro mais puro.
Celebrarei o teu oficio
No altar: porém,
Se inda é pequeno o sacrifício,
Morra eu também!
Caia eu também, sem esperança,
Porém tranqüilo,
Inda, ao cair, vibrando a lança,
Em prol do Estilo!
Paranasianismo
Parnasianismo
Origens:
O Parnasianismo teve origem na França com a publicação de Parnasse Contemporain (1866) na década de 1860. Seu nome associa-se ao Parnaso grego, segundo o mito um monte na Fócida, região da Grécia central, consagrado a Apolo e às musas.Reação ao Romantismo:
Contrariamente ao que se pode imaginar, o Parnasianismo não faz frente ao Realismo. Como poderíamos esperar, mas ao Romantismo e seus princípios. Os parnasianos fazem um retorno aos valores clássicos, principalmente no que se refere a perfeição formal.
Batalha do Parnaso:
As idéias quanto ao Parnasianismo foram difundidas no Brasil desde a década de 1870, mas foi no final desta que ele alcançou o seu reconhecimento.
Marco Inicial no Brasil
Publicação de Fanfarras de Teófilo Dias em 1822.
A Trindade Parnasiana
Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac, o “Príncipe dos Poetas”.
Realismo X ParnasianismoApesar de coexistirem não podem ser associados. Realismo e Parnasianismo, mesmo estando unidos no combate ao Romantismo, não possuem o mesmo objetivo. Isto se torna evidente em uma característica que faz a última ser conhecida até os dias de hoje: ARTE PELA ARTE. Os parnasianos são altamente descritivos, não importando a eles o que está sendo descrito e sim como está sendo descrito. O que torna suas poesias de uma profunda criação formal, mas sem as preocupações metafísicas ou de denúncia do Realismo.
Características:
- Reação à poesia romântica (tentativa de poesia realista);
- Objetividade e impassibilidade do poeta;
- Universalismo;
- Racionalismo e contenção de emoções;
- Culto à forma, entendida como métrica, rima e versificação;
- Utilização de fórmulas poéticas fixas como o soneto;
- Arte pela arte: a arte só tem compromisso com sua beleza;
- Vocabulário culto;
- Gosto por descrições;
- Temas principais: Antigüidade greco-romana; discussão sobre a própria poesia; descrição de cenas da natureza e de objetos.
domingo, 25 de setembro de 2011
Predicativos
1. O predicativo é o núcleo nominal do predicado.
Pode
estar relacionado
- ao núcleo do sujeito
O homem parecia assustado.
P.S.
- ou ao núcleo do objeto.
Elegemos nosso candidato vereador
P.O.
2. Relação com a classificação do predicado
- Quando no predicado houver um verbo de ligação juntamente com o predicativo do sujeito, ele será nominal.
- O homem parecia assustado
- Quando no predicado houver um verbo intransitivo juntamente com o predicativo do sujeito, ele será verbo-nominal.
- O homem chegou assustado
- Quando no predicado houver um verbo transitivo juntamente com o predicativo do objeto, ele será verbo-nominal.
- Elegemos nosso candidato vereador
3. Verbos de ligação
SER, ESTAR, PERMANECER, FICAR, ANDAR, CONTINUAR, ANDAR, PARECER...
4. Verbos que admitem o predicativo do objeto
- verbos que expressam julgamento
- O júri julgou o réu culpado
- verbos que expressam transformação
- O sofrimento torna o homem humano
- verbos que expressam denominação
- Chamaram o novo jogador de fenômeno.
- verbos que expressam atribuição
- Escolheu o vizinho como síndico
- verbos que expressam uma declaração
- Ele declarou a medida absurda.
5. Exercício
1. Destaque os predicativos das orações abaixo e classifique-o
- Carmela e Marina assistiram alegres ao espetáculo.
- Consideramos Luíza uma excelente digitadora.
- Estava irritado com as brincadeiras.
- O inverno chegou rigoroso.
- Consideraram a lei injusta.
Atividade para o 2o ano
Pesquisar em jornais, revistas e na internet artigos e notícias que estabeleçam um diálogo com O Sermão do Bom Ladrão de Padre Antonio Vieira. Leia aqui o sermão.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
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