domingo, 28 de agosto de 2016

Barroco - Origens

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Um dos períodos mais contraditórios da Literatura, teve Início na Itália como tentativa de conciliar os desencontros do medievalismo e do renascimento. 
Uma tentativa de unir valores medievais a arte renascentista. O nome tem duas possíveis origens: do vocábulo Barroco – raciocínio falso e de Barroco – pérola irregular.
Nesta época o meio de divulgação das obras era através das Academias, promovendo competições literárias sendo acessível a poucos.


O público do Barroco são os próprios poetas.

domingo, 22 de maio de 2016

Prosa de 1930



A partir de 1930 a prosa ganha um tom novo. Faz uma retomada do Realismo e destaca as condições de vida do brasileiro, principalmente do nordestino. Essas características são exploradas no livro Vidas Secas de Graciliano Ramos

Realismo



O Realismo foi um movimento de reação ao ideal romântico. A denúncia das mazelas sociais é a marca que mudou a narrativa, ora trabalhando o lado filosófico, ora o naturalismo. Uma das principais obras é Memórias póstumas de Brás Cubas. de Machado de Assis

Humanismo - Século XIV



Um período de transição que ilustra bem a contrariedade social, a busca pela racionalidade e uma construção do Português. Destaca-se o autor Gil Vicente no panorama português pela construção de autos e farsas, dentre estes destaca-se o Auto da Barca do Inferno.

sábado, 16 de abril de 2016

Quão profundo é seu amor...

Quão profundo é seu amor...
Vivia catando as coisas quando caia… comecei com apontamentos, depois borracha, caneta… era incrível como aquelas mãos tão delicadas ocupavam mais espaço do que sua massa permitia. Pensei que poderia ter telecinese ou coisa parecida – tenho que parar de ler quadrinho – tá bom ela nem era ruiva. Na verdade, aquilo virou mania. Passei a sentar perto dela na sala. Ficava mais fácil pegar as coisas, antes levantava… sentia que atrapalhava… dizia um “obrigada” sem jeito, fazendo um movimento leve da boca querendo esboçar um sorriso…
Passado o tempo, percebi que a distração só aumentava. Não sei de onde vem essa necessidade de ajudá-la… comecei a ficar perto no lanche – bem, pelo menos ela não deixava o seu lixo na mesa, mas sempre que iria jogar seu lixo escapava algo de sua mão, também é quase impossível que aquela mão tão pequena e delicada conseguisse segurar tantas coisas… e sempre um “obrigada” com sorriso desajeitado…
Pegávamos o ônibus no mesmo local… um belo dia, quase ela entra no ônibus errado… estava tão concentrada lendo um livro de José de Alencar - não sei se Cinco minutos ou O Guarani - que só seguiu as pessoas… Eu  disse: Ei, não é esse! Ela sorriu sem graça, apertou o livro no peito, deu dois passos pra trás, segurou meu braço e confessou: Obrigada, sou muito distraída… sem pensar disse: Eu sei! Ela sorriu como sempre e continuou esperando…
No outro dia colocou o fone no ouvido mas esqueceu de plugar no celular… estava ouvindo How Deep Is Your Love … só olhei e fiz sinal com os olhos… ela percebeu e prontamente plugou. Nem precisa dizer o que aconteceu depois, um sorriso, obrigada, mas desta vez sem emitir qualquer som ou pelo menos não ouvi… o que ouvi o dia todo foi aquela música…
Mais um dia comum em mina vida surgira e já estava tão acostumado a estar perto dela que não me sentia estranho… até certa vez que peguei um papel que caiu, aquele de anotações, juro que não queria ler, mas estava aberto e escrito How Deep Is Your Love com um coração no final…
Confesso que me incomodou um pouco… sabia que ela que havia escrito, também sabia que ela gostava da música, mas será que havia oferecido a alguém? Não sei por que me incomodo tanto com isso… resolvi não me aproximar mais, vai que ela queria falar com alguém e eu estava sempre atrapalhando, ao mesmo tempo, pela primeira vez, percebi que aquele “obrigada” com o sorriso faziam falta… fariam falta…
No outro dia, estava eu no meu canto, não querendo olhar pra ela … havia decidido não juntar mais nada, estava mesmo precisando era juntar outra coisa que estava bem partida… ela passou por mim sussurrou: Responde! Deixou cair um coração de papel vermelho … estava escrito: Descubra o quão profundo é… Ela me olhou … tirou o plugue do celular e até hoje cantarolamos
How Deep Is Your Love…
André Gustavo Maia Mourão

domingo, 13 de março de 2016

La Salle em cena 2016 - Definição das obras

PROJETO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR
LA SALLE EM CENA 2016

OBRAS ESCOLHIDAS PELAS TURMAS:
Livros já definidos pelas turmas
221 - A moreninha de Joaquim Manuel de Macedo
222 - A cartomante de Machado de Assis
223 - Memórias póstumas de Brás Cubas
224 - O Alienista de Machado de Assis
225 - Lucíola de José de Alencar
226 - Os Deuses de Casada de Machado de Assis
227 - Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas
228 - Inocência de Visconde de Taunay